sábado, 7 de novembro de 2009
Ah, que saudades...
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Mis cumpleaños!
Créditos: O bolo foi feito pela minha mãe e fotografado aí por mim.
sábado, 26 de setembro de 2009
Uma doçura de mulher
Não me recordo de ter passado momentos ruins com ela; só coisa boa, pouca tristeza.
Quando íamos mudar de casa, meus pais encontraram um lugar agradável para morarmos na mesma rua em que ela vivia. Que surpresa boa! Passamos a nos ver quase todos os dias.
Lembro que a minha mãe me pedia para levar algumas coisas na casa dela. Minha mãe ligava antes para dizer que eu já estava a caminho. Mal entrava em sua casa e me recebia prontamente com um forte abraço, um pote cheio de doces e uma xícara de chá.
Conversávamos tanto, dávamos risadas... eu adorava suas histórias. Demorava tanto pra voltar pra casa que a minha mãe sempre me dava bronca. Nada demais, era só pra eu ter mais disciplina...
Mas chegava um outro dia e eu fazia a mesma coisa. Ah! Era muito bom, não dava pra ficar só cinco minutinhos!
Eu fui crescendo, comecei a estudar de noite, a trabalhar, ela foi ficando sozinha e então foi morar com a minha tia. Ficou mais difícil vê-la todos os dias, todas as semanas...
Foram muitos anos assim, mas ela estava bem, estava sendo bem cuidada.
Uns três anos atrás, ao se levantar da cama, não percebeu que estava sem equilíbrio e caiu no chão; desmaiou, teve um derrame. Logo ela, que nunca tinha ficado doente, nunca tivera nenhuma recaída, agora estava no hospital.
Foi terrível, um dos piores anos de nossas vidas. Ela, que era tão ativa, tão cheia de vida, presa numa cama... Mas, como sempre cuidou de sua saúde e se alimentou bem, não sofreu muitas sequelas, porém perdeu os movimentos do lado esquerdo.
Totalmente dependente de minha mãe, minhas tias e necessitando da ajuda dos genros e netos, ela nunca desistiu de viver. Sempre disposta a todos os tratamentos, remédios, fisioterapias, exames e mais exames em casa.
Preparamos a nossa casa para que ela viesse a morar conosco. Muitas mudanças, algumas reformas, um bom planejamento e enfim, ela está morando em casa agora. É muito bom tê-la aqui sobre os nossos cuidados, principalmente aos da minha mãe que dedica suas 24 horas do dia para que tenha conforto e carinho necessários.
Isso faz dois anos... hoje a minha avó tem 90 anos, está ficando cada dia mais fraquinha, sua saúde não é mais a mesma. Mas não deixa de apertar nossas mãos agradecendo cada gesto nosso, de sorrir quando está se sentindo melhor e de fazer um gesto com a cabeça em sinal de afirmação e confiança a minha mãe.
Sem dúvida, não conheço ninguém além dela que agradece tanto quanto ela agradece a nós por tudo, que mesmo não conseguindo falar, abre um sorrisão para mim sempre que lhe dou um beijo no rosto. Ela anima os meus dias, me fortalece.
Essa é a minha avózinha querida, que tanto amo e quero bem.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
O oposto de mim mesma
E muito mais receio de divulgá-lo, mesmo que sejam bestialidades do dia a dia não me esforço muito para que as pessoas que eu conheço saibam que existe esse espaço aqui, aberto a qualquer um que, por acaso, encontre esta página perdida em uma de suas pesquisas no Google ou onde quer que seja.
Sabe, de verdade, queria ser mais espontânea, mais verdadeira... então penso, penso, começo a escrever, até acho simpático o meu texto. Mas é só relê-lo e pronto! Apertar a tecla EXCLUIR TUDO é mais forte do que eu.
Há semanas faço isso... vamos ver até quando consigo deixar publicada essa bobagem de texto aqui.
Parece que só sei falar de sentimentos... o que será isso?
sexta-feira, 10 de julho de 2009
depois de um tempão...
Ok, grande coisa... muitos dizem que escrevem mais quando estão tristes, depressivos e tudo mais.
Para mim é o contrário, quando estou triste, confusa e chata aí é que não quero me expressar num local público mesmo. Não dá vontade de sair do "buraco", não dá vontade de levantar... só de dormir.
Sem mais lamúrias, não quero fazer deste espaço somente um blogdiário, então por isso é que não escrevi mais. Fica muito chato, não acham? (bom, eu acho)
Post pós-B52's, que foi divertidíssimo com direito a balada Trash 80's, depois de muitas dúvidas sobre o quê fazer e o quê estudar neste semestre, volto com uma novidade: estou estudando espanhol!
Putz, como é bom estudar! É sério, é muito bom mesmo!!!
Comecei faz uma semana e estou adorando!
Nada mais para um post de retorno... outra hora escrevo com mais inspiração.
Deem uma olhada neste vídeo, é lindo, de fazer qualquer um chorar de emoção.
É sobre um documentário "Playing for change". Tem pessoas do mundo inteiro cantando a mesma música para unirmos a uma mesma canção. Acho que vcs já devem ter ouvido falar, não?
Se não, espero que gostem!
Hasta, amigos!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Dia 18 de abril de 2009 - Show The B52s
The b-52's
If you see a faded sign by the side of the road that says
15 miles to the... Love Shack! Love Shack yeah yeah
I'm headin' down the Atlanta highway, lookin' for the love getaway
Heading for the love getaway, love getaway,
I got me a car, it's as big as a whale and we're headin' on down
To the Love Shack
I got me a Chrysler, it seats about 20
So hurry up and bring your jukebox money
The Love Shack is a little old place where we can get together
Love Shack baby, {a Love Shack bay-bee}.
Love shack, baby love shack, love shack, baby love shack, love shack. {love baby, that's where it's at) love shack {love baby, that's where it's at)
Sign says.. Woo... stay away fools, 'cause love rules at the Love Shack!
Well it's set way back in the middle of a field,
Just a funky old shack and I gotta get back
Glitter on the mattress
Glitter on the highway
Glitter on the front porch
Glitter on the highway
The Love Shack is a little old place where we can get together, love shack baby...
{Love Shack baby!} Love Shack, that's where it's at! Love Shack, that's where it's at!
Huggin' and a kissin', dancin' and a lovin', wearin' next to nothing
Cause it's hot as an oven
The whole shack shimmies
YEA! the whole shack shimmies!
The whole shack shimmies when everybody's
Movin' around and around and around!
Everybody's movin', everybody's groovin' baby!
Folks linin' up outside just to get down
Everybody's movin', everybody's groovin' baby!
Funky little shack! Funky little shack!
Hop in my Chrysler, it's as big as a whale and it's about to set sail!
I got me a car, it seats about 20
So come on and bring your jukebox money.
Oh the Love Shack is a little old place where we can get together
love shack, baby! {a love shack baby}
love shack! baby love shack
love shack! baby love shack
love shack! baby love shack {love baby that's where its at, yea, love baby that's where it's at}
Bang bang bang, on the door baby! {Knock a little louder sugar!}
Bang bang bang,on the door baby! {I can't hear you!}
Bang bang bang, on the door baby! {Knock a little louder sugar!}
Bang bang bang, on the door baby! {I can't hear you!}
Bang bang {on the door baby}
Bang bang {on the door}
Bang bang {on the door baby}
Bang bang
Your what?.... Tin roof, rusted!
Love Shack, baby Love Shack!
Love Shack, baby Love Shack! love baby that's where its at, yea, love baby that's where it's at}
Love Shack, baby Love Shack!
Love baby, love shack
Huggin' and a kissin', dancin' and a lovin' at the love shack.
sábado, 28 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
A dor da perda
quarta-feira, 4 de março de 2009
Michael Jacobs, Maria Inês e Paty maluquete
Há mais ou menos dois meses, fui a um encontro de férias organizado pela editora SBS que tratava de assuntos pedagógicos, inclusive para quem leciona aulas de línguas. O foco, naquele sábado, era a língua inglesa. Ao saber que Michael Jacobs daria uma palestra no auditório da União Cultural já foi o suficiente para que eu acordasse às 6h00 da manhã e preparar os ouvidos diante das dicas do mestre. E, como sempre soube que a Patrícia sempre gostou de eventos culturais, ainda mais na tão adorada região da avenida Paulista, ela logo topou em ser minha companheira neste dia. Então nos encontramos lá.
Confirmamos nossas credenciais e fomos para o auditório. A palestra foi toda ministrada em inglês, que para nós foi um pouco sacrificante, porém um ótimo exercício de listening. Jacobs contou toda a sua trajetória aqui no Brasil e de como se tornou professor, de suas dificuldades, das dificuldades que encontrou nos brasileiros em aprender inglês, e o que mais me marcou foi quando ele disse sobre a nossa imensa criatividade em criar termos, frases e rodeios para conseguirmos nos comunicar. Em seu livro "Como não aprender inglês", Michael comenta muito sobre esse ponto, e nos dá dicas de como saber se comunicar de forma mais adequada, evitando neologismos. Em sua palestra, Jacobs soube, assim como em seu livro, nos ensinar de forma bastante significativa coisas que são muito usadas por nós no cotidiano.
E como a palestra também era destinada a educadores, nos deu dicas de como ensinar de forma mais adequada o inglês, e o mais importante, da maneira que os alunos gostem realmente da língua - tarefa tão difícil para os professores desta língua.
E também foi dia de lançamento de seu livro "Como não ensinar inglês".
Uma pausa para o lanche e também para olhar os lançamentos de publicações da SBS.
Quando retornamos ao auditório para a palestra do Roman (outro professor de inglês), nos acomodamos nas cadeiras e numa fileira logo a frente, uma mulher pareceu-nos familiar.
- É a Maria Inês? - perguntou Patrícia.
- Será que é ela, não tenho certeza.
- É ela sim, Bi, vou chamá-la.
- Não, espera...
E foi então que Patrícia levantou-se rapidamente em direção àquela senhora, cutucou-a e de repente a mulher virou, atendeu-a e eu só consegui ouvir o pedido de desculpas da Pati. "Puxa, não era ela, que pena. Aquele cabelo era igual, igualzinho ao da Maria Inês!"
Confesso que fiquei muito tempo tentando me concentrar para a palestra. A Patrícia é sempre assim, tão, tão espontânea.
Ai, Paty! Enfim, participei de um de seus causos (hahaha).
Era pra ficar só entre nós, mas não resisti em contar aqui, foi muito divertido.
Com certeza ela foi uma pessoa marcante para nós da FOC e que fará uma falta imensa no meu dia a dia. Quem estudou com essa mulher sabe do que estou falando.
Enfim, essa é pra vc, Paty maluquete!

