São 4 da tarde. O dia está frio e chuvoso e preciso de um ânimo para continuar trabalhando. Falta pouco, eu sei, mas preciso de alguma coisa para me distrair... comer, por exemplo seria uma boa ideia. Vou para a sala do café, encho a minha caneca e pego, timidamente, a barrinha de chocolate na minha bolsa. Digo timidamente e silenciosamente para que ninguém perceba. “Ai, adoro essa barrinha, quero comê-la sozinha, hehehe...”.
Eis que fiz como sempre faço: parti com as mãos antes de abrir o pacote os quadradinhos para beliscá-los. “Hmm... que delícia!”
Terminado todo o café, chegou o momento de desfrutar as partições: na verdade foi uma única partição. O pecado da gula me castigou e sinto um mal estar, uma náusea como se aquele pedacinho de chocolate Talento estivesse estragado, argh!
E agora, faltando uma hora para terminar o expediente e sem o meu amigo chádeboldo para me salvar, volto a trabalhar decepcionada e triste vendo o ex-queridinho chocolate ser desprezado por mim na lata de lixo.
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